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Wi-fi gratuito se torna ‘obrigatório’ em bares e até velórios no interior de SP

Cresce o número de comerciantes que oferecem conexão gratuita em diversos tipos de estabelecimentos. Em Bauru, senha do wi-fi é pedida antes de cardápio.

em wi-fi?”. Essa se tornou a pergunta principal para donos de diversos estabelecimentos no interior de São Paulo. Com a intenção de aproveitar esse movimento, cresce o número de comerciantes que oferecem a conexão gratuita em bares, clínicas e até em velórios.

Uma pesquisa mostra que 91 milhões de brasileiros acessam a internet pelo celular e passam mais da metade do dia (58%) ligados ao wi-fi. Em Jundiaí, há internet gratuita no serviço funerário da cidade e o serviço tem se tornado essencial.

“Essa conexão facilita que as famílias se comuniquem com parentes e amigos sobre o horário do velório e do enterro das pessoas que morreram”, explica o diretor do serviço funerário municipal de Jundiaí, Sílvio Hermani.

Já nos bares e restaurantes de Bauru, a vontade de ficar online é maior até do que a fome. “Ter wi-fi é legal por causa da facilidade de acesso e é até um motivo para me fazer ir ao local”, afirma o representante comercial, Éder Pedroso da Silva.

Para o economista e consultor empresarial Reinaldo Cafeo, não oferecer a conexão gratuita tem feito diminuir a preferência dos consumidores pelos estabelecimentos.

“Quem não oferece serviços agregados, de wi-fi, por exemplo, pode ser colocado em um plano secundário, ou seja, não vai ficar entre as preferências do consumidor”, explica.

Em uma clínica de fisioterapia, a insistência dos pacientes foi tão grande que os donos tiveram que liberar o wi-fi.

“Eles se conectavam pela rede, viam que tinha o nome da clínica em uma delas e pediam a senha. Por aí que a gente viu a necessidade de liberar o acesso para todos os pacientes”, explica o fisioterapeuta José Bassan Franco.

Para o paciente Antônio Carlos Arruda, ter o wi-fi liberado é “quase uma obrigação”. “Eu acho que é um serviço muito importante porque melhora significante as conexões”, brinca.

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